Apesar da queda do mercado chinês, as motos estão de boa saúde na maior parte das regiões do mundo.
A economia mundial está a mostrar a sua resiliência, prevendo-se que o crescimento global seja de 2,8% em 2025 e de 2,9% em 2026. Estas boas notícias devem-se principalmente à queda da inflação e dos preços das matérias-primas, bem como a uma política monetária expansionista por parte de muitos bancos centrais. No entanto, a economia mundial ainda não está a crescer aos níveis anteriores à pandemia.
Como é que tudo isto se traduz no sector das motos? Bem, as notícias são boas porque em 2024 o mercado mundial atingiu um novo recorde com a venda de 61,8 milhões de motociclos, um aumento de 2,7% em relação ao ano anterior. As vendas aumentaram em 10 milhões de unidades em relação a 2020, o ano da pandemia.
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A Índia é o maior mercado do mundo e registou um crescimento de 14,1%. Outra boa notícia é a Turquia, onde foram vendidas 1,1 milhões de unidades no ano passado, o que faz do país o décimo maior mercado do mundo. O México, com 1,4 milhões de unidades, é outro grande mercado do sector das motos. Noutros países da América Latina, as vendas também aumentaram: Nicarágua (+43,5%), Costa Rica (+41,7%), Panamá (+32,6%), Honduras (+28,3%) e Brasil (+17,4%).
Estes números mostram que as motos estão de boa saúde na maioria das regiões do mundo. As notícias negativas vêm do gigante mercado chinês, com uma queda de 13,7%.
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