Importação paralela é considerada lesiva no país
As autoridades da Indonésia apreenderam um total de cinco motos Harley-Davidson e 20 chassis, e três empresas estão agora sob investigação por importação ilegal.
Um lote de cinco motos Harley-Davidson e 20 chassis foi apreendido na Indonésia, e as autoridades iniciaram uma investigação sobre o possível carregamento ilegal proveniente da China. Segundo os relatos, as autoridades descobriram o contentor com a carga ilegal durante uma inspeção no Porto de Tanjung Priok, localizado em Jacarta Norte.
O caso foi colocado sob análise administrativa, embora ainda não tenha sido remetido para processo-crime. Todas as cinco motos foram confirmadas como usadas, enquanto os 20 chassis são todos de modelos Harley-Davidson.

Chassis de motos Harley-Davidson. Foto: Divisi Humas Polri/Divisão de Relações Públicas da Polícia Nacional da Indonésia/Facebook.
A possibilidade de ser um carregamento ilegal deve-se às rigorosas regulamentações da Indonésia em relação à importação comercial de veículos usados. Existem algumas exceções, mas a prática é amplamente proibida.
A lei existe para proteger a indústria nacional e evitar a evasão fiscal através da importação de veículos usados. Três empresas importadoras estão a ser investigadas em relação ao contentor, incluindo a PAS, que terá importado duas das motos usadas.

A TSS terá importado as outras três motos, enquanto a HPM é apontada como responsável pelos 20 chassis. As autoridades já inspecionaram os documentos de importação e realizaram entrevistas às empresas convocadas. A alfândega está também a trabalhar em conjunto com a polícia do Porto de Tanjung Priok. Adhang Noegroho Adhi, chefe do Gabinete Principal de Serviços Aduaneiros e de Impostos Especiais de Consumo de Tanjung Priok, disse o seguinte sobre o caso em curso: “A entrada de mercadorias ilegais como estas tem o potencial de prejudicar o mercado interno e a indústria automóvel nacional.”
As mercadorias foram classificadas como Bens Controlados pelo Estado, e Adhang acrescentou: “Ainda não podemos confirmar se serão leiloadas ou destruídas. Em primeiro lugar, informaremos o DJKN (Departamento de Assuntos Fiscais) para obter orientações”.















