À já conhecida SV-7GX junta-se agora a 7S

A Suzuki não foi buscar um nome novo para a naked de que muita gente gosta há mais de vinte e cinco anos, foi buscar-lhe o cérebro. A SV-7S é a herdeira da SV650, e a maior novidade não se vê. O acelerador passa a ride-by-wire e traz consigo o pacote S.I.R.S., com três mapas de motor, controlo de tração em três níveis e quickshifter nos dois sentidos.

O coração mecânico mantém-se: o V2 a 90° de 645 cc, agora Euro 5+, com 73 cv às 8.500 rpm e 64 Nm às 6.800. Ficam também o quadro tubular à vista, a sela a 785 mm e o ecrã TFT de 4,2 polegadas, com navegação pela aplicação da marca.

Quanto ao que já se sabia: o nome e o ano-modelo apareceram há semanas numa ficha de homologação norte-americana e em páginas oficiais da Suzuki, e agora ficam confirmados.

O preço em Itália é de 7.190 euros, nas cores Blu Honolulu, Argento New York e Nero Dubai. Ainda não há data de chegada aos concessionários. A irmã SV-7GX, mostrada em Milão há um ano, chegou às lojas no início de setembro.

Já a GSX-10R foi criada para permitir aos motociclistas tirar o máximo partido do desempenho do seu potente motor de 999 cc e de curso longo, numa grande variedade de situações. Desenvolvida a partir de um motor melhorado na GSX-S1000 — que transporta o ADN de inúmeras vitórias em competições de Superbike e provas de resistência—, conta com um chassis compacto e leve, um sistema de suspensão altamente refinado, tecnologias avançadas de assistência ao condutor e uma posição de condução desportiva, virada para a frente.

Todo este conjunto está envolto num design agressivo, que incorpora elementos como winglets (asas aerodinâmicas), derivados diretamente das competições de alto nível. A GSX-10R foi meticulosamente desenvolvida através de testes extensivos em pistas de alta velocidade e vias públicas, com um foco incansável nos pilares fundamentais de desempenho da Suzuki: “Acelerar, curvar e travar”. Cada detalhe — desde a resposta do motor e o equilíbrio do chassis até ao funcionamento dos sistemas eletrónicos — foi refinado para garantir uma harmonia perfeita entre motor, carenagem e eletrónica. O resultado é uma experiência de condução integrada, que permite ao motociclista concentrar-se totalmente na condução desportiva e desfrutar dela ao máximo.
















