Marca renascida quer começar com dois novos modelos
A renascida marca portuguesa já tem um protótipo em testes de homologação e pode estar a escassos meses de lançar no mercado o seu primeiro modelo do século XXI. O nome do modelo remete para a famosa XF dos anos 80, mas a estratégia não se fica pela designação E-XF.

A marca, renascida pela mão de Joel Sousa, CEO da Famel, está à procura de um novo investidor para potenciar o crescimento e ir ao encontro das exigências de uma marca que se quer lançar no mercado em Portugal e noutros países europeus.
O objetivo financeiro está definido: “precisamos de capital seed entre um milhão e dois milhões e meio”. Falando em valores mínimos, um milhão de euros já daria “para colocar as primeiras unidades na estrada” segundo o engenheiro mecânico.

Os 1,5 milhões adicionais, na visão mais otimista da angariação de capital, seriam para despesas de “marketing e para desenvolver outro produto, a scooter.”
“A scooter é onde vemos que está o potencial grande de mercado. Queremos usar a mesma plataforma para colocar na scooter, aumentar a escala e aumentar a margem, para tornar o negócio mais sustentável”.

Joel Sousa afirma que “um monoproduto é sempre muito complicado, porque o produto não consegue dar resposta ao B2B [business to business]”, o qual se traduz, entre outros canais, na logística e distribuição dos produtos.”
“Queremos avançar com o desenvolvimento da scooter. Parte do investimento seria para multiplicar a equipa e dar resposta a este potencial”.
Sem restrições ao perfil de investidor ou nacionalidade, Joel Sousa reconhece que um construtor de motos com rede de concessionários estabelecida poderia ser o investidor ideal.
















