Tradição familiar inclui os primos e tios
O Príncipe de Gales sempre foi um motociclista entusiástico, aproveitando o anonimato providenciado pelo equipamento para se deslocar em Londres onde de carro seria impossível. Agora, o herdeiro do trono britânico revelou que ainda anda de moto, apesar de ter dito anteriormente que a paternidade tinha reduzido os seus hábitos de condução.

O Príncipe William, que foi recentemente visto numa visita ao TT da Ilha de Man também, confirmou que sai ocasionalmente em duas rodas “discretamente” e até “disfarçado”.
A revelação aconteceu durante a visita do Príncipe de Gales à Norfolk Blood Bikes, uma organização gerida por voluntários que utiliza motos para transportar sangue, material médico e outros artigos urgentes para o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido.
Durante a visita, William conheceu a frota da instituição e ajudou a apresentar um veículo doado por si e pela Princesa Kate. Para os motociclistas, no entanto, o momento mais marcante foi quando o presidente da instituição, Sandy Gourlay, mencionou o amor de longa data de William pelas motos.

“Sei que também é um motociclista entusiasta”, disse Gourlay ao príncipe. Ao que William respondeu: “Adoro motas, ainda ando de vez em quando, discretamente.”
Quando questionado sobre como consegue evitar chamar a atenção, William acrescentou uma única palavra: “Disfarce”. A revelação será uma notícia bem-vinda para os motociclistas que acompanham há anos o percurso de William no mundo das motos. O futuro rei sempre esteve associado à Ducati, tendo possuído anteriormente uma Ducati 1198S e, como se sabe, foi referido que teria incluído uma Ducati Diavel de primeira geração na sua lista de presentes de casamento.
William tirou a carta de condução de motociclos aos 19 anos e era frequentemente fotografado a chegar a partidas de polo sobre duas rodas.

O seu entusiasmo por motos, no entanto, foi atenuado pelos deveres da vida familiar. Em declarações anteriores, William admitiu que o facto de ter sido pai o levou a diminuir a frequência com que conduzia, enquanto Kate reconheceu publicamente que o seu hobby de motociclismo a “enche de horror”.
Os comentários surgiram durante uma visita que também destacou o trabalho realizado pelos voluntários da Blood Bikes em todo o Reino Unido. As organizações utilizam motociclistas treinados para transportar produtos sanguíneos, leite materno, amostras de laboratório e equipamento médico entre hospitais, operando muitas vezes durante a noite e ajudando a poupar custos significativos de transporte ao Serviço Nacional de Saúde
















